A mesma sensação por 7 anos seguidos.
É como se eu fosse completamente sozinha, como se eu nunca fosse sair do lugar, pra um lugar melhor.
É o fundo do poço, preto e sujo... úmido.
Uma sensação de desespero, de que eu tô dando um passo pra trás, de novo.
Um vazio, uma tristeza constante, um sufoco. Exatamente isso: Um sufoco.
Por 7 anos seguidos, sem intervalos.
Eu sentia que não tinha escolha, eu não conseguia sair dalí... eu sempre tive esses meus diabos.
Quando tudo isso acabou, foi como respirar. Eu acho que eu respirei pela primeira vez na vida.
E mais do que isso: Eu achei que havia encontrado o caminho certo pra me manter assim, respirando, mas por alguns instantes, hoje, me senti tão fraca que eu descobri que não... eu não tenho controle sobre a minha própria respiração.
Só por saber que a rotina antiga há de chegar em breve, essa sensação me engoliu de novo. Por mais quantos anos eu vou ter que segurar a respiração?
Aquele lugar... é como se fosse o inferno na terra.
É meu, não só meu mas é meu, é melhor do que o que muitos tem, é melhor do que não ter, é ótimo, comparado a não ter, mas é obscuro e pesado.
Eu pude ver e sentir por alguns dias, a felicidade no seu estado bruto e de repente, some... da mesma maneira que ela entrou na minha, ela saiu: Do nada.
E eu mal cheguei e já tô pensando em como sair de lá, de novo.
Uma vontade de gritar, de sair correndo... O peso foi tanto, a armagura foi tanta que eu nunca vou esquecer. Eu nunca vou esquecer a necessidade que eu passei por precisar sair de lá.
Onde já se viu precisar sair da própria casa por esses motivos meus? Nunca vi... sou a primeira a sentir tanto peso na minha situação.
Lembro de subir as escadas, de chegar a noite, de sair a noite... de trancar o quarto, de ouvir berros, de ouvir reclamações constantes: É tanta carga negativa que daria pra construir uma bomba com tudo aquilo. Daria, acredite.
Um vazio, uma tristeza constante, um sufoco. Exatamente isso: Um sufoco.
Por 7 anos seguidos, sem intervalos.
Eu sentia que não tinha escolha, eu não conseguia sair dalí... eu sempre tive esses meus diabos.
Quando tudo isso acabou, foi como respirar. Eu acho que eu respirei pela primeira vez na vida.
E mais do que isso: Eu achei que havia encontrado o caminho certo pra me manter assim, respirando, mas por alguns instantes, hoje, me senti tão fraca que eu descobri que não... eu não tenho controle sobre a minha própria respiração.
Só por saber que a rotina antiga há de chegar em breve, essa sensação me engoliu de novo. Por mais quantos anos eu vou ter que segurar a respiração?
Aquele lugar... é como se fosse o inferno na terra.
É meu, não só meu mas é meu, é melhor do que o que muitos tem, é melhor do que não ter, é ótimo, comparado a não ter, mas é obscuro e pesado.
Eu pude ver e sentir por alguns dias, a felicidade no seu estado bruto e de repente, some... da mesma maneira que ela entrou na minha, ela saiu: Do nada.
E eu mal cheguei e já tô pensando em como sair de lá, de novo.
Uma vontade de gritar, de sair correndo... O peso foi tanto, a armagura foi tanta que eu nunca vou esquecer. Eu nunca vou esquecer a necessidade que eu passei por precisar sair de lá.
Onde já se viu precisar sair da própria casa por esses motivos meus? Nunca vi... sou a primeira a sentir tanto peso na minha situação.
Lembro de subir as escadas, de chegar a noite, de sair a noite... de trancar o quarto, de ouvir berros, de ouvir reclamações constantes: É tanta carga negativa que daria pra construir uma bomba com tudo aquilo. Daria, acredite.